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Setecentos e vinte e seis mil, setecentos e doze. Esse é o número de presidiários que o Brasil abriga, de acordo com o último levantamento oficial do Estado, divulgados em junho de 2016.

De lá para cá, seguindo a média dos últimos 13 anos, é quase certo afirmar que esse número aumentou. Entre 2004 e 2014, a população carcerária do país subiu 85%. Se levarmos em conta os últimos 20 anos, o número de detentos chegou a incríveis 400%.

Evidentemente o país não estava preparado para um aumento exponencial no número de presidiários, o que levou o sistema carcerário brasileiro a ser classificado, internacionalmente, como “absoluto desastre”. Hoje faltam 354 mil vagas nos presídios, causando superlotação desumana nas penitenciárias.

“Entrar num presídio no Brasil é uma volta no tempo, quase à Idade Média. São celas escuras, sem ventilação, absolutamente insalubres, especialmente para os presos que estão no seguro*”, afirma relatório da Human Rights Watch, ONG fundada em 1978 respeitada no mundo inteiro pela defesa dos direitos humanos.

Em situações precárias como essa, é muito difícil que um detento seja reeducado e ressocializado. Ao contrário, muitos se tornam ainda mais violentos dentro das detenções. Especialmente porque, além de enfrentar a realidade de presidiário, os detentos também são, inúmeras vezes, abandonados por suas próprias famílias.

Conhecendo a necessidade de auxílio dos presídios brasileiros, a Universal ampliou seu atendimento nas casas de detenção como nunca antes havia acontecido.

Números impressionantes

A Universal leva a Palavra de Deus para dentro das penitenciárias há mais de 30 anos. Em 2017, porém, o número de pessoas atendidas pelo grupo Universal Nos Presídios (UNP) foi extraordinário: 500 mil.

Esse é o fruto de um trabalho realizado por 18.512 voluntários que se dedicam diariamente a auxiliar na reorientação de cada pessoa que está pagando por seu crime. O jovem César, que você pode conhecer a história clicando aqui, é uma das pessoas beneficiadas pelo trabalho da Universal. Ele permaneceu interno na Fundação Casa durante cinco anos e, se não fosse a evangelização, poderia estar em um lugar ainda pior nesse momento.

Como César, outros 11.764 detentos batizaram-se nas águas ainda dentro da penitenciária. Mas um número ainda maior de pessoas foram levadas a refletirem sobre sua vida e se entregarem a Deus para se libertarem dos vícios e dos crimes. Além dos detentos, as famílias deles e os agentes penitenciários também são atendidos pelas equipes da Universal, facilitando essa reeducação.

“Realmente o trabalho que vem sendo feito pela Universal é um trabalho que ajuda, que acalma, que trabalha realmente a pessoa que se encontra presa. E também tem essa vertente do trabalho com o servidor, o que muito nos agrada porque, realmente, nós temos que trabalhar não só com as pessoas que estão encarceradas, mas também com os nossos servidores”, afirma o Supervisor de Segurança Interna (SSI) dos presídios maranhenses Fredson Maciel.

Prova do comprometimento da Universal nesse trabalho é que, apenas em 2017, 271.578 Bíblias foram doadas aos detentos.

Quer saber mais sobre a UNP? Assista ao vídeo abaixo e se surpreenda com a atenção que a Universal tem dedicado aos detentos brasileiros, que buscam e precisam de ajuda para obterem vidas dignas.

Fonte: Universal.org

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